domingo, 16 de maio de 2010 0 comentários

COMO É O TRATAMENTO COM AS INJEÇÕES DE ALCACHOFRA

APLICAÇÃO - A profundidade da injeção varia de acordo com o objetivo desejado. Para atingir a camada de gordura são necessárias agulhas com 12 mm. Já para dissolver celulite são suficientes agulhas mais curtas, de 4 mm. Nos dois casos, normalmente são utilizadas duas ampolas de 5 ml por sessão, injetadas ponto a ponto em mínimas quantidades de 0,2 ml.

DOR - As picadas incomodam, mas dá para suportar.

ANESTESIA - Não é necessário. Nas pessoas muito sensíveis os médicos costumam passar uma pomada anestésica antes.

EFEITOS COLATERAIS - Algumas horas depois da injeção a região fica levemente inchada, avermelhada, quente e dolorida, mas tudo isso é normal e desaparece em três dias. Em certos casos pode até ocorrer a formação de hematomas, que em geral somem após um período de 48 horas, aproximadamente. Enquanto as marcas não desaparecerem, é importante não se expor ao sol.

CONTRA-INDICAÇÕES - Grávidas, obesas, pessoas com intolerância ou alergia a alcachofra devem evitar.

SESSÕES RECOMENDADAS - Dez, uma a duas vezes por semana, são suficientes para reduzir 5 cm da área de uma pessoa que está com cerca de 5 kg acima do peso.

RESULTADOS - Na maioria dos casos já aparecem a partir da terceira sessão.

PREÇO - Uma aplicação varia entre R$ 100 e R$ 200.
terça-feira, 20 de abril de 2010 1 comentários

Entrevista com Lukas Podolski

Um atacante que atrai 20 mil torcedores ao estádio para assistirem ao primeiro treino da temporada é certamente um jogador diferenciado. No dia 25 de junho de 2009, após três anos longe do seu clube de origem, Lukas Podolski voltou a vestir a camisa do Colônia no Estádio RheinEnergie, despertando uma euforia indescritível nos torcedores da equipe.

O "Príncipe", como o craque é conhecido, retornara ao seu palácio após três temporadas de exílio no Bayern de Munique. Ele havia tentado de tudo para ser feliz na Baviera, mas acabou não alcançando esse objetivo.

Embora o habilidoso atacante tivesse propostas de outros grandes clubes tanto da Alemanha como do exterior, ele preferiu voltar à cidade onde começou a sua carreira profissional. Aos 24 anos, Poldi, como é popularmente conhecido entre os torcedores, revelou que a decisão de retornar às suas raízes futebolísticas envolveu sentimentos muito profundos. O que ele queria era começar uma nova fase junto com a namorada Monika e o filho Louis.

É verdade que nem tudo correu perfeitamente na atual temporada para o jogador, que já disputou 70 partidas pela seleção alemã. Mas uma coisa é certa: Poldi voltou a sorrir e parece estar se sentindo bem tanto fora como dentro de campo, o que nem sempre estava acontecendo no Bayern.

Aproveitando a boa fase do atacante, o FIFA.com falou com o camisa dez do Colônia sobre a Bundesliga, o técnico Joachim Löw e as chances de título da Alemanha na África do Sul.

Lukas, já se passaram nove meses desde o seu retorno ao Colônia. Quais as diferenças entre a vida na Renânia e na capital da Baviera?

Em Munique, o ambiente e a atmosfera em torno do Bayern são obviamente muito diferentes do que aqui. Sei que estou de volta à minha casa e me sinto ótimo. Conheço muito bem as pessoas, a mentalidade e o clube.

Olhando para trás, do que você mais sente falta do seu antigo clube?

A época em Munique foi boa, mas na realidade não existe nada lá que eu não tenha em Colônia. Estou muito feliz por estar aqui novamente. Claro que é sempre uma pena o fato de que agora não convivo mais tanto com os muitos amigos que fiz em Munique.

O Colônia vem fazendo uma temporada apenas regular na Bundesliga e está na metade de baixo da tabela. Como você avalia o rendimento da equipe até o momento e quais as suas expectativas para as últimas semanas do campeonato?

Acredito que, até certo ponto, a nossa campanha está sendo satisfatória. Após o primeiro turno, o elenco se estabilizou e estamos crescendo juntos. Entretanto, ainda não estamos em uma situação confortável. Precisamos fazer o possível para conseguir o máximo de pontos e afastar o perigo do rebaixamento o quanto antes.

Desde o seu retorno, você viveu fases boas e outras nem tanto. Recentemente, no entanto, a sua curva de rendimento voltou a subir. Como você explica essas oscilações?

O início não foi tão fácil. Cheguei como um novo reforço a uma equipe que havia acabado de contratar um novo técnico. Antes de mais nada, foi preciso que nos encontrássemos como equipe e desenvolvêssemos formas de jogar. Além disso, precisei combater várias lesões ao longo do campeonato. Apenas recentemente fiquei completamente livre de contusões e estou entrando no meu ritmo.

Publicamente, você sempre passa a impressão de ser bastante tranquilo e feliz. Como você lida com a pressão que está pesando sobre os seus ombros desde que voltou para o Colônia?

Não sinto a pressão como algo ruim. Como também jogo pela seleção, estou sempre no centro das atenções no meu clube. Felizmente, sei lidar bem com isso, e não é algo que me sobrecarregue tanto. Procuro me concentrar apenas no futebol. Não posso me deixar influenciar de forma alguma com o que a imprensa fala a meu respeito.

Quando viaja com a seleção, você parece brilhar ainda mais tanto dentro como fora de campo. A Alemanha é realmente o time perfeito para você?

Eu me sinto ótimo atuando tanto pela seleção como pelo meu clube. Sempre fico feliz quando saio para viajar com a seleção e também quando retorno a Colônia.

Apesar disso, sempre fica a impressão de que você poderia render um pouco mais pela seleção. Qual é a diferença entre jogar pelo seu clube e ter a pressão de um milhão de torcedores e lutar pela seleção com o peso de 82 milhões de pessoas nas suas costas?

Sempre jogo com muita motivação. Entro em qualquer partida para vencer, seja pelo Colônia ou pela seleção. Claro que é um sentimento especial defender a Alemanha em uma Copa do Mundo e saber que toda a nação está torcendo por mim.

Na seleção, você costuma atuar em diferentes posições, jogando bem onde quer que o treinador o escale. Mas qual você acha que é a sua verdadeira posição e qual é o papel que você desempenha como um dos jogadores mais jovens da Alemanha?

Para mim, não é decisivo onde sou escalado. Já joguei tanto pela esquerda como pelo meio na seleção, mesmo em partidas importantes contra grandes adversários. Pelas experiências que tive, sei que posso atuar em diferentes posições.

O técnico Joachim Löw dirige a seleção alemã desde o final da Copa do Mundo da FIFA 2006. Como você o descreveria como pessoa e como técnico? Além disso, qual a importância dele para o sucesso do selecionado germânico?

O Jogi Löw é um treinador experiente, já viveu muitas coisas e é uma autoridade absoluta. Ele e os colegas trabalham prestando muita atenção aos detalhes e ele lida bem tanto com os jogadores mais velhos quanto com os mais jovens. Temos uma filosofia de jogo bem definida na seleção, que ele transmite de forma muito clara. Ele e toda a comissão técnica tiveram uma participação fundamental nos nossos sucessos recentes.

Já estamos na reta final para a África do Sul 2010 e alguns atacantes ainda estão na disputa por uma vaga na equipe titular da Alemanha. O que você fará nos próximos meses para garantir o seu lugar no time que entrará em campo na primeira partida da Copa do Mundo da FIFA?

Quero apenas jogar bem pelo meu clube para mostrar ao treinador que mereço uma vaga. Além disso, é preciso lembrar que não atuo apenas no ataque, mas posso jogar também pelo lado esquerdo. Sem dúvidas, essa flexibilidade não é nenhuma desvantagem.

Na África do Sul vocês enfrentarão Sérvia, Gana e Austrália. Como você avalia os adversários da Alemanha na primeira fase?

O nosso grupo pode ser chamado de tudo, menos de fácil. Antes de tudo, precisamos nos impor contra essas seleções. Atualmente, não existem mais seleções fracas, especialmente em uma Copa do Mundo. No entanto, estou convencido de que, se jogarmos o que sabemos, conseguiremos passar da primeira fase e chegaremos longe na competição.

Depois de ficar em terceiro lugar no Mundial de 2006, a Alemanha foi vice-campeã europeia em 2008. Se vocês continuarem em ascensão, a única coisa que resta é conquistar o título. Até onde a seleção alemã pode chegar na África do Sul 2010?

Se atingirmos todo o nosso potencial e nos comportarmos bem coletivamente, vamos jogar pelo título. No entanto, isso sempre depende um pouco do momento da equipe e é preciso ter um pouco de sorte também. Além disso, também precisamos ficar ligados em algumas das outras seleções.

Na sua opinião, quem é o principal favorito a conquistar a Copa do Mundo da FIFA?

Não acho que haja um grande favorito. Há várias seleções que têm condições de conquistar o título. Alguns exemplos são a Espanha, o Brasil, a Argentina e também a França.

No plano pessoal, quais são os seus objetivos na Copa do Mundo da FIFA depois de ter sido eleito o Melhor Jogador Jovem no torneio disputado no seu próprio país há quatro anos?

Gostaria de jogar todas as partidas do torneio, provar o meu valor dentro de campo e, se possível, superar todas as seleções. Mas o importante não é o aspecto individual, e sim contribuir com um bom rendimento para que a equipe seja bem-sucedida.

Depois de já ter vivenciado a experiência de jogar uma Copa do Mundo da FIFA em 2006, quais as suas expectativas, de uma maneira geral, em relação à África do Sul 2010?

A Copa do Mundo de 2006 foi algo especial. Foi o meu primeiro Mundial e, ainda por cima, jogamos em casa e havia uma atmosfera incrível. A primeira Copa do Mundo na África será uma experiência nova e muito emocionante. Estou ansioso para interagir com o povo de lá, que sabe como criar uma atmosfera espetacular. Foi o que vimos na Copa das Confederações.

0 comentários

Entrevista Com "Titã" Oliver Kahn o Grande Goleiro Alemão


Oliver Kahn dispensa grandes apresentações. O inesquecível goleiro alemão é muito conhecido e uma referência na sua posição em todo o mundo. O "Titã", como Kahn é conhecido, conquistou praticamente tudo na sua carreira. Foi vice-campeão mundial, campeão europeu, campeão alemão e da Copa da Alemanha, da Liga dos Campeões da UEFA, do Mundial Interclubes... a lista é interminável.

Além disso, Kahn recebeu diversas honrarias pelo seu desempenho pessoal. Foi eleito o Melhor Jogador e Melhor Goleiro da Copa do Mundo da FIFA (2002), Melhor Goleiro do Mundo (1999, 2001, 2002) e Melhor Goleiro da Europa (1999, 2000, 2001, 2002). Prêmios como esses não deixam dúvidas sobre a qualidade do arqueiro.

Em maio de 2008, após 21 anos de carreira, Kahn finalmente pendurou as luvas. Pela seleção germânica, o "Titã" já havia se despedido dois anos antes na disputa do bronze da Copa do Mundo da FIFA celebrada no seu próprio país. No total, ele disputou 86 partidas pela Alemanha, 46 delas como capitão.

O FIFA.com fez uma entrevista exclusiva com Oliver Kahn para saber mais sobre a sua nova profissão de comentarista de televisão, a Copa do Mundo da FIFA que já está bem próxima e os problemas atuais da seleção comandada por Joachim Löw.

O seu antigo concorrente no gol da Alemanha, Jens Lehmann, anunciou recentemente que vai se aposentar ao final desta temporada. Como você recebeu a notícia?
Naturalmente, recebi a notícia sem muita surpresa. É uma consequência lógica. Esportistas de alto nível sempre se perguntam até quando conseguirão manter a forma. A melhor hora de parar é quando ainda há pessoas que dizem que o seu rendimento continua excelente.

Você aceitaria participar de uma partida de despedida para Jens Lehmann?
Claro que aceitaria. Por que não? Sempre que falam sobre nós, parece que somos alguma espécie de inimigos ou algo do gênero. Éramos concorrentes no esporte, mas isso é tudo.

Outro tema sendo muito discutido na mídia é a possível volta de Kevin Kuranyi à seleção alemã. Qual a sua opinião sobre isso e quais as chances do atacante?
O Löw tem vários atacantes para escolher, como Miroslav Klose, Lukas Podolski, Mario Gomez, Stefan Kiessling e agora também o Kuranyi. Se o técnico tivesse a filosofia de convocar sempre os que estão jogando melhor no momento, teríamos uma seleção diferente praticamente todo mês. O Löw precisa refletir bastante, pois um desses atacantes não irá para a Copa do Mundo. Não é fácil para o treinador da Nationalelf levar um jogador que não é convocado há vários meses.

A dúvida no gol da Alemanha foi solucionada há pouco tempo. René Adler é o novo número um. Você diria que o anúncio do goleiro titular foi feito no momento certo? Há quatro anos, a decisão entre você e Jens Lehmann para ficar debaixo das traves do selecionado germânico só foi anunciada pouco antes do início do torneio…
Espero voltar a ver em breve um goleiro alemão que consiga se firmar e então não precisaremos esperar por anúncio nenhum, pois finalmente teremos constância nessa posição, assim como ocorre com Van der Sar, o Casillas ou Cech, que são titulares absolutos dos seus países.

Eu já teria tomado essa decisão bem antes para que todos pudessem ficar sossegados a esse respeito. Existe uma mentalidade de que questões importantes devem ser decididas gradualmente. Não penso dessa forma. Um goleiro precisa de tempo para se cristalizar e se desenvolver antes que ele possa iniciar uma nova era. Obviamente, o Adler não poderá cometer mais nenhum erro, pois isso geraria mais discussões e, nesse caso, a discussão envolveria jogadores de altíssimo nível. Se ele continuar em boa fase, não haverá mais questionamentos.

Qual é a importância para o goleiro de se entrosar com a defesa com antecedência?
É muito importante. Precisamos saber como o zagueiro reagiria em determinadas situações. Leva um pouco de tempo até que possamos nos entender dentro de campo. O Adler já disputou várias partidas, algumas delas importantes, como contra a Rússia. Acho que a Alemanha ainda não está completamente pronta, mas temos uma base sólida.

Em menos de dois meses se iniciará a Copa do Mundo da FIFA África do Sul 2010. Quais são as suas expectativas para o torneio?
Uma Copa do Mundo é o maior momento na carreira de qualquer futebolista. A cada quatro anos, as melhores seleções e os melhores jogadores se encontram. É uma grande festa do futebol. O Mundial é sempre um grande acontecimento. Todos se interessam muito pelo torneio, mesmo quem já não está mais atuando, como é o meu caso. É fascinante ver as dramáticas partidas da Copa do Mundo. Sempre reina uma atmosfera diferenciada em cada um dos países.

Você não sente aquela vontade de ainda estar em campo?
Na verdade, fico feliz por não estar mais jogando. Já passei por tudo isso e já tive todas essas experiências. Joguei cinco ou seis grandes torneios. Este capítulo da minha vida já ficou para trás.

Quem são os seus favoritos ao título na África do Sul 2010? Quais são as chances da Alemanha?
No fim das contas, os favoritos são sempre os mesmos: Espanha, Brasil, Itália, França e também a Alemanha. No entanto, a boa fase das seleções antes da Copa do Mundo não diz muita coisa. Todo Mundial tem uma dinâmica própria. Quem se acostuma primeiro com o clima e outros aspectos tem mais chances. Portanto, é muito difícil fazer um prognóstico.

A Nationalelf está no nível do Brasil, Argentina ou Itália, ou ainda falta alguma coisa?
Estamos falando sobre a seleção que foi vice-campeã europeia. Acredito que a Alemanha esteja no mesmo nível de todas as outras seleções de ponta. Os alemães poderiam vencer os brasileiros ou os espanhóis a qualquer momento — e o contrário também é possível. Em partidas desse nível tudo é possível. A derrota por 1 a 0 para a Argentina no último amistoso não significa nada. Lembro de 2002, quando só nos classificamos para a Copa do Mundo na repescagem e também não jogamos bem durante a nossa preparação. Mesmo assim, acabamos chegando à final.

Muitos especialistas estão dizendo que as tarefas do goleiro mudaram nos últimos anos. Agora, não seria mais suficiente apenas defender as bolas. O goleiro atual precisaria ser mais participativo. Antigamente era mais fácil ser goleiro?
Sou obrigado a discordar completamente. No meu tempo já era muito importante saber compreender o jogo e colocar as coisas em ordem. Já era preciso perceber antes que um cruzamento seria feito, participar da partida e, conforme o caso, jogar mais rapidamente ou segurar o jogo. A única mudança nos últimos 100 anos foi a criação da regra que não permite que o goleiro pegue um recuo de bola com as mãos. E todos se acostumaram rápido com isso. Eu diria que as exigências de hoje são as mesmas de sempre.

Quem é o melhor goleiro da atualidade na sua opinião?
Para mim, o melhor goleiro hoje é Gianluigi Buffon. Ele é o mais experiente, já conquistou uma Copa do Mundo e joga em um grande clube. Além disso, também tem o físico certo e reúne em si todas as características de um arqueiro clássico.

Aparentemente, a seleção alemã continuará forte nos próximos anos graças ao surgimento de jogadores como Mesut Özil, Thomas Müller, Marko Marin, Holger Badstuber e Toni Kroos. Você concorda com isso? Se o título não vier em 2010, ele poderá vir no Brasil 2014?
Não apenas na Alemanha, mas por toda a parte, os jovens jogadores de hoje têm um físico melhor e possuem diferentes habilidades. Os jogadores atuais precisam saber de tudo um pouco, pois a filosofia do futebol mudou. Há cada vez menos especialistas típicos de uma posição. Por exemplo, um zagueiro precisa mais do que saber defender. É necessário que ele tenha capacidades como fazer lançamentos ou cobrar faltas.

Você está atuando como comentarista de televisão já há um bom tempo e estará presente inclusive na Copa do Mundo da FIFA. Como será analisar as partidas em vez de jogar?
No início, é evidente que passei por uma fase de adaptação, porque eu ainda pensava como um jogador. No entanto, conforme fui me distanciando, me acostumei e se tornou mais fácil, porque é preciso fazer críticas objetivas e permanecer sempre neutro. Para isso, é imprescindível que haja um distanciamento. Hoje, não tenho problemas para comentar as partidas.

Você conquistou diversos títulos ao longo da sua carreira, desde a Liga dos Campeões até a Bola de Ouro da Copa do Mundo da FIFA. Qual prêmio ou título foi o mais importante para você?
É sempre uma confirmação incrível quando você é eleito o melhor goleiro do mundo. Ser reconhecido como o melhor jogador da Copa do Mundo em 2002 também. Nenhum outro goleiro alcançou esse feito. Tenho muito orgulho disso.
sábado, 17 de abril de 2010 0 comentários

Especial Historia das Copas - Copa do Mundo da FIFA Espanha 1982

Especial Historia das Copas Vamos começar com a Copa 1982 que foi a Copa que me marcou muito por causa da grande seleção Brasileira a melhor que eu ja vi .
Com um time espetacular acabamos perdendo parta a Italia de Paolo Rossi.








Equipes: 24
Foi realizada: de 13 Junho 1982 a 11 Julho 1982
Final: 11 Julho 1982 Jogos: 52
Gols: 146 (média 2.8 por partida)
Público: 2109723 (média 40571)
Campeão: Itália
Vice-campeão: Alemanha Ocidental
Terceiro: Polônia
Quarto: França
Bola de Ouro adidas: Paolo ROSSI (ITA)
Chuteira de Ouro adidas: Paolo ROSSI (ITA)
Prêmio de Melhor Jogador Jovem: Manuel AMOROS (FRA)
Prêmio FIFA Fair Play: Brasil

Curiosidades:


A campeã Itália não venceu nenhuma das suas três primeiras partidas. Já Paolo Rossi, artilheiro da competição, demorou cinco jogos para balançar as redes pela primeira vez.


Os 16 gols da França em 1982 foram marcados por dez jogadores, um novo recorde. Em 1958, apenas seis atletas dividiram os 23 gols franceses.


O plantel soviético contou com os irmãos Viktor e Vyacheslav Chanov. Os dois eram goleiros e ficaram a competição toda na reserva de Rinat Dassaiev.


O brasileiro Tim, um dos jogadores poupados na semifinal contra a Itália em 1938, treinou o Peru na Espanha 1982.


Norman Whiteside tornou-se o jogador mais jovem a atuar em uma partida de Copa do Mundo da FIFA ao defender a Irlanda do Norte contra a Iugoslávia quando tinha 17 anos e 41 dias de idade.






    Brasil brilha, mas Itália leva o caneco


    A Itália conquistou em 1982 o tricampeonato mundial. O triunfo em terras espanholas ficou marcado pelas atuações e gols de Paolo Rossi e pela inesquecível comemoração de Marco Tardelli na decisão contra a Alemanha Ocidental. Os amantes do futebol-arte choraram as derrotas de Brasil e França, que perderam no detalhe dois dos jogos mais marcantes de toda a história da Copa do Mundo da FIFA. Mesmo assim, tiveram de reconhecer a superioridade dos italianos de Enzo Bearzot na vitória por 3 a 1 sobre os alemães. Com um gol na decisão, Paolo Rossi chegou a seis, garantiu a artilharia do torneio e concluiu uma trajetória de redenção que foi ainda mais dramática do que a própria recuperação da seleção italiana após um começo frustrante.

    Quando a competição começou, Rossi mal havia voltado a jogar depois de uma suspensão por dois anos em função do seu envolvimento em um escândalo de manipulação de resultados. E o longo tempo fora dos gramados parecia ter acabado com o faro do artilheiro, que não fez nenhum gol nos três empates da Itália na primeira fase. Igualados em pontos e saldo de gols com a seleção de Camarões, os italianos só se classificaram à segunda fase no número de gols marcados. Porém, quando chegou a hora da verdade, a Azzurra eliminou o favorito Brasil graças a três gols de Rossi, que ainda fez mais dois na semifinal contra a Polônia.

    Entre os outros heróis do título estiveram o goleiro e capitão Dino Zoff, de 40 anos, e o lateral Giuseppe Bergomi, de apenas 18, o italiano mais jovem a participar de uma edição da Copa do Mundo da FIFA. Bergomi bateu o recorde justamente no ano em que o norte-irlandês Norman Whiteside ultrapassou Pelé como o jogador mais jovem da história do torneio, com 17 anos e 41 dias de idade. A Irlanda do Norte, aliás, foi uma das zebras da competição ao derrotar a Espanha por 1 a 0 e chegar à segunda fase.

    A 12ª Copa do Mundo da FIFA foi a última a ter uma bola totalmente de couro e iniciou uma nova era ao contar com 24 seleções em vez de 16. Também teve um novo formato, com três fases distintas. Os dois primeiros de cada um dos seis grupos de quatro seleções da primeira fase se classificavam para a etapa seguinte, de onde passavam os campeões de quatro grupos de três países. Depois vinham a semifinal e a final.

    Argélia surpreende alemães

    A Holanda, vice-campeã em 1974 e 1978, foi a seleção de maior prestígio a não ter superado as eliminatórias, que resultaram em seis países estreantes na Copa do Mundo da FIFA: Argélia, Camarões, El Salvador, Honduras, Kuwait e Nova Zelândia. Dois deles fizeram bonito na primeira fase, que começou com a surpreendente derrota da campeã Argentina para a Bélgica em Barcelona.
    A Argélia causou uma surpresa maior ainda ao derrotar na estreia por 2 a 1 a Alemanha Ocidental, detentora do título europeu. Os gols argelinos foram marcados por Rabah Madjer e Lakdar Belloumi, escolhido o melhor jogador africano daquele ano. Apesar de também derrotarem o Chile, os argelinos foram eliminados no saldo de gols ao verem no dia seguinte a Alemanha Ocidental fazer 1 a 0 na Áustria, resultado que classificou os dois países vizinhos. Uma consequência do polêmico resultado foi a decisão de que, nos torneios seguintes, os jogos do mesmo grupo na última rodada da primeira fase passariam a acontecer sempre no mesmo horário.
    Também faltou sorte para a seleção de Camarões, que foi eliminada na primeira fase apesar de invicta em um grupo com Itália e Polônia, seleção esta que viria a ficar com a medalha de bronze. Honduras conseguiu empatar com a decepcionante anfitriã Espanha, mas a outra seleção centro-americana estreante deu vexame. El Salvador foi o primeiro país a tomar dez gols em uma partida da Copa do Mundo da FIFA ao perder por 10 a 1 para a Hungria. Naquele jogo, László Kiss saiu do banco para fazer três gols em tempo recorde entre os 24 e os 31 minutos do segundo tempo.
    Espetáculo brasileiro

    A verdadeira sensação da primeira fase foi o escrete comandado por Telê Santana. Considerada a melhor seleção brasileira desde 1970, a equipe tinha como ponto forte uma talentosa meia-cancha com Zico, Falcão, Sócrates e o ponta Éder, atuando em função recuada. Os dois últimos marcaram um golaço cada um na vitória de virada por 2 a 1 na estreia diante da Rússia.

    Na segunda fase, o Brasil logo de saída já pôs fim às pretensões da então campeã mundial Argentina com uma vitória por 3 a 1. Diego Maradona não escondeu a frustração no fim do jogo ao dar um pontapé em Batista e ser expulso. O selecionado brasileiro foi para a segunda partida precisando apenas de um empate contra a Itália para chegar à semifinal. Porém, apesar de gols de Sócrates e Falcão, Paolo Rossi escreveu a famosa "tragédia do Sarriá" e mandou a seleção canarinho para casa ao balançar a rede três vezes. Na semifinal, a Itália não encontrou resistência diante da Polônia, que estava sem o suspenso Zbigniew Boniek, mas uma história bem diferente foi a definição do outro finalista no confronto entre França e Alemanha.

    A partida em Sevilha entrou negativamente para a história pela agressão impune do goleiro Harald Schumacher contra o francês Patrick Battiston, que caiu inconsciente em campo. Também foi o primeiro confronto da história da Copa do Mundo da FIFA a ser decidido nos pênaltis depois de os alemães se recuperarem de uma desvantagem de 3 a 1 na prorrogação. Após cinco pênaltis para cada equipe, Schumacher defendeu a primeira cobrança alternada, feita pelo francês Maxime Bossis. Na sequência, Horst Hrubesch converteu para destruir os sonhos da seleção francesa, que, comandada pelos maestros Michel Platini, Jean Tigana e Alain Giresse, havia chegado à sua primeira semifinal desde 1958. Mal sabiam os franceses que sofreriam a mesma eliminação quatro anos depois.

    Debilitado por aquela partida memorável, o selecionado de Jupp Derwall não foi páreo para a Itália na final no Santiago Bernabéu. Antonio Cabrini chegou a perder um pênalti no primeiro tempo, mas Paolo Rossi, Marco Tardelli e Alessandro Altobelli deixaram a Alemanha Ocidental em maus lençóis após o intervalo. Breitner ainda fez um gol de honra, mas naquele momento Tardelli já tinha deixado uma imagem impressa na memória de torcedores em todo o mundo, correndo em alta velocidade, braços abertos, gritando de alegria com o tricampeonato mundial.











    sábado, 10 de abril de 2010 0 comentários

    Banda Doctor’s Zé


    RELEASE
    Quatro integrantes, seis anos de estrada, essa é a Doctor’s Zé.
    Ao longo desses anos, de muita poeira da estrada e muitos shows
    realizados, a banda teve sua competência reconhecida sendo
    convidada para fazer a abertura de shows de grandes bandas do
    cenário nacional como: Tequila Baby, CPM22 e Nx Zero.
    A Doctor's Zé lançou em abril de 2008 o seu primeiro álbum
    independente intitulado “Jumeu e Rolieta” que contém doze faixas
    (que já tiveram mais de 100.000 downloads), sendo este sucesso
    de críticas em vários sites e levando a Doctor’s Zé a atualmente ser
    uma das bandas independentes gaúchas mais acessadas na internet.
    A garantia de um grande show é confirmada com os covers que
    compõem o show da Doctor’s Zé juntamente com suas músicas
    autorais, levantando a galera pela versatilidade das músicas
    apresentadas.
    Durante os shows podem ser conferidos covers e versões de músicas
    como Blink 182, Greenday, Ramones, Raimundos, Nenhum de Nós,
    Raul Seixas, Tonico e Tinoco, Tequila Baby, CPM22 entre outros.
    Com CDs vendidos em quase todos os estados do Brasil,
    comunidades no orkut em vários estados, fãs até mesmo fora do
    país, a certeza de que o trabalho e a luta não podem parar jamais,
    a Doctor’s Zé lançou no final de 2009 o seu novo single chamado
    “Até o Fim”.
    Amadurecimento e muita união, ingredientes necessários para a
    evolução musical apresentada atualmente, tendo como proposta
    tocar hardcore junto a influências de outros estilos para compor o
    seu som, Márcio (guitarra e voz), Aliguiéri (baixo), Rodrigo (bateria)
    e Adriano (guitarra) sabem que o mundo da música é
    disputadíssimo, mas também sabem que a Doctor’s Zé possui todas
    as credenciais para conquistar o seu espaço.






    Sites:


    Contato:
    contatodoctorsze@gmail.com
    (51) 81458828 – (51) 36264720
     
    ;